Instituto Guaicuy

FGV informa pagamento do reajuste do salário mínimo em parcelas do PTR

10 de fevereiro, 2025, por Laura de Las Casas

A Fundação Getúlio Vargas informou, nesta sexta-feira (10), que irá pagar no dia 28 de fevereiro a diferença do reajuste do salário mínimo dos beneficiários do Programa de Transferência de Renda (PTR). De acordo com a instituição, o pagamento será feito juntamente com a parcela de março do PTR, que será antecipada por causa do Carnaval.

No dia 30 de dezembro de 2024, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou um decreto que reajusta o salário mínimo. O valor passou de R$ 1.412 para R$ 1.518, uma variação de R$ 106 (7,5%). 

Como ficam os valores do PTR? 

Com o reajuste, os valores pagos atualmente aos beneficiários do Programa nas Regiões 4 e 5 são:

  • Adultos – R$759 (½ salário mínimo)
  • Adolescentes – R$379,50 (¼ de salário mínimo)
  • Crianças – R$189,75 (⅛ de salário mínimo)

Em novembro de 2024, a Fundação Getúlio Vargas (FGV), gestora do PTR,  anunciou que o valor das parcelas referentes aos meses a partir de março de 2025 seria reduzido pela metade, conforme determinado pelas Instituições de Justiça (IJs). Os beneficiários adultos do programa (exceto familiares de vítimas fatais e residentes na Zona Quente) passarão a receber ¼ (25%) de um salário mínimo. 

Assim, seguem os valores atualizados que valerão a partir de março deste ano nas Regiões 4 e 5:

  • Adultos – R$379,50 (¼ de salário mínimo)
  • Adolescentes – R$379,50 (¼ de salário mínimo)
  • Crianças – R$189,75 (⅛ de salário mínimo)

Vale lembrar que as parcelas retroativas não serão reduzidas, uma vez que correspondem a meses anteriores à redução. Os pagamentos de crianças e adolescentes também não serão reduzidos.

 

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Comentários

  • Maria Helena Adriano Pereira disse:

    Acho uma injustiça uma vez que gastamos muito mais com exames e remédios. Está redução vai ficar difícil pra nós que fomos atingidos principalmente com saúde

  • João Gonçalves dos Santos disse:

    nós atingidos temos que lutar para barrar essa redução do benefício e uma injustiça que está sendo cometido e os ministros públicos estaduai e federal parece que estão omitindo do ocorrido.

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