Instituto Guaicuy

Desembargadores mantêm suspensão de ações individuais por indenização

15 de setembro, 2025, por Mathias Botelho

Em julgamento realizado no dia 11 de setembro, desembargadores do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) decidiram manter a decisão de primeira instância que determinou a suspensão das ações individuais de pessoas atingidas pela Vale por indenização até que a resolução coletiva avance. Não serão suspensas as ações que envolvam danos à saúde. 

Três desembargadores analisaram o caso na segunda instância, após recurso da Vale solicitando a anulação da decisão do juiz Murilo Silvio de Abreu. Dois desembargadores votaram por manter a decisão e um, Carlos Henrique Braga, por anulá-la. Ele também se posicionou contra a resolução (liquidação) coletiva das indenizações, ainda que o tema não estivesse sendo julgado. 

A decisão da segunda instância

As ações individuais de pessoas atingidas por indenização estão suspensas. No entanto, as ações individuais sobre “abalo à saúde mental” e sobre “ressarcimento de despesas médicas/medicamentosas”, independentemente do estágio processual em que se encontrem, não serão afetadas pela ordem de suspensão.

A suspensão se dará até que o processo de resolução (liquidação) coletiva das indenizações seja resolvido. O pedido de suspensão foi feito pelo Ministério Público Federal (MPF) em dezembro e acompanhado pela Defensoria Pública de Minas Gerais (DPE-MG).

 

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