Desde o início deste ano, a Comissão Baixo Paraopeba, composta por 12 comunidades, tem se mobilizado pela realização de obras na rodovia MG-164 em Felixlândia, no trecho entre Córrego do Bagre e a Represa de Três Marias — estrada que liga a área urbana a algumas das comunidades que compõem a Comissão. As condições precárias da rodovia têm gerado inúmeros transtornos para as comunidades que dependem dela, especialmente em períodos de chuva.
Mesmo com manutenções pontuais, a falta de pavimentação compromete o tráfego de veículos e o acesso a serviços essenciais, como saúde e educação. Crianças ficam sem aula, as pessoas enfrentam dificuldades para buscar atendimento médico e até motoristas de aplicativo têm recusado corridas devido ao estado da via, dificultando a locomoção.
Além disso, é comum o desgaste de peças dos veículos, como pneus, amortecedores e rolamentos, e há risco de acidentes e atoleiros em trechos escorregadios. A situação preocupa ainda mais por se tratar de uma rodovia de muito trânsito, que atende diversas comunidades e é rota de turismo e serviços.
Nesse contexto, a Comissão Baixo Paraopeba começou uma série de ações para solicitar providências ao Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG). Em janeiro, foi elaborado um ofício ao órgão solicitando melhorias. Em resposta, o DER informou que seriam realizadas manutenções a cada três ou quatro meses.
Entre os serviços, estariam previstos o encascalhamento (aplicação de cascalho na estrada de terra, que permite o escoamento da água e a melhora das condições de circulação) e a conformação do leito estradal (compactação e nivelamento da superfície da estrada).
Já em junho, um novo ofício foi produzido relatando que o serviço de encascalhamento foi feito com material inadequado, sem compactação, gerando prejuízos e risco de acidentes. Em resposta, o DER-MG confirmou que o serviço executado não contemplava a compactação e afirmou que o trecho está incluído na programação de um novo ciclo de serviços.
No mesmo mês, outro ofício reiterou os problemas persistentes e questionou a interrupção dos serviços antes da conclusão adequada. Paralelamente, para aumentar a força da mobilização em relação a essa demanda das comunidades, foi criado um abaixo-assinado que reforça a cobrança por melhorias e mobiliza a população atingida da região. A Comissão também está em diálogo com o poder público local e produzindo um novo ofício solicitando o asfaltamento da rodovia.
Clique para acessar o abaixo-assinado*
*A plataforma pode sugerir uma doação após a assinatura, mas essa etapa é opcional.
Imagem destacada: Divulgação DER-MG
Mais que obrigação deles arrumar a mg 164 por somos cidadãos brasileiros rurais merecemos respeito por que ste então nos futuros nossas crianças devem ter seguranças nas estradas as verbas vêm pra nossa cidades e poderes a prefeitura toma tudo e deixa nós na lama como sempre é difícil d mais passa por isso .uita corrupção neste mundo q vivemos mas Deus vê tudo todos eles vão pagar seu preço por robarwm o que não são deles ..