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O Instituto Guaicuy surge no ano 2000 dos profissionais que se formaram no Projeto Manuelzão. Agora tendo 23 anos de existência o Guaicuy, se renova e é pioneiro junto a outras instituições que atuam como Assessorias Técnicas Independentes.
Entre seus membros atuou em incontáveis fóruns, comitês de bacia e conselhos civis em prol do meio ambiente através de seus membros.
No projeto Paraopeba, tivemos números expressivos tanto pela extensão do território quanto pelo número de pessoas a serem atendidas, a equipe chegou a ter mais de 250 pessoas em seu corpo técnico de profissionais.
Em 2019, quando o instituto foi escolhido como Assessoria Técnica Independente das Regiões 4 e 5 do Paraopeba, sabíamos que o trabalho seria árduo, mas não imaginávamos que um dos obstáculos seria uma pandemia global. Com um imenso território e população para cobrir, a equipe do Guaicuy foi corajosa e se reinventou para não deixar nenhuma das pessoas atingidas sem suporte. Uma das ações foi a criação do Grupo de Trabalho Covid, criando protocolos e ações que incentivaram a testagem constante das/os trabalhadoras/es que iriam a campo no ápice das ondas de infecção. Ao total foram feitos 360 testes em Felixlândia; 282 em Pompéu; 341 em Morada Nova de Minas e 169 em Belo Horizonte. Graças aos protocolos de segurança bem definidos, não tivemos nenhuma perda na equipe e pudemos estar presentes no território antes mesmo da vacina ter sido aplicada na população.
Desde o início do projeto Paraopeba, já realizamos mais de 2.500 campos nas comunidades das regiões 4 e 5, que nos renderam aproximadamente 434.000 km rodados. Desses, 1.133 campos foram realizados após janeiro de 2022 e somam mais de 236.000 km rodados. É evidente como nosso trabalho tem crescido de forma rápida: em menos de um ano já duplicamos nossos números e pudemos estar mais próximos da população.
Foram amparadas 632 pessoas nos acolhimentos psicossociais, de agosto de 2021 a junho de 2022. Dessas, 603 pessoas relataram alteração ou agravamento em sua saúde mental. Dados nos ajudam a entender como tem sido afetada a qualidade de vida de quem vive nas comunidades atingidas e como a preocupação, a ansiedade, a insegurança se tornaram cada vez mais presentes, mas os dados também nos incentivam a não parar com a nossa luta pela reparação desse e outros danos.
E agora que entramos em Antônio Pereira mais experientes e confiantes em nosso propósito de fortalecer a luta das pessoas atingidas por barragem com a participação informada.