Para dar continuidade às demandas relacionadas ao processo de criação do Novo Auxílio Emergencial, a Fundação Getulio Vargas (FGV) respondeu ao juiz Murilo Silvio de Abreu, que havia intimado a instituição a apresentar os custos para garantir o pagamento do auxílio às pessoas atingidas pelo rompimento da barragem da Vale em Brumadinho por um período determinado. Os cálculos são baseados nos critérios e valores do Programa de Transferência de Renda (PTR), mas esses parâmetros ainda serão discutidos e podem sofrer alterações.
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Segundo a FGV, será necessário cerca de R$1,18 bilhão para pagar os beneficiários no período entre novembro de 2025 e julho de 2026, considerando possíveis inclusões e correção monetária. Esse prazo é relativo ao período entre o fim do PTR e a data prevista de encerramento da operação da FGV. Cabe destacar que as possíveis inclusões são relativas a situações que já estão autorizadas ou em fase de conclusão. O valor exato apontado pela FGV é de R$ 1.184.684.923,40.
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Além de indicar o valor, a Fundação respondeu que tem capacidade técnica e operacional para continuar realizando a gestão dos pagamentos no período indicado pelos mesmos custos já orçados e apresentados anteriormente nos autos no processo. No entanto, será mantida a desmobilização da equipe e da estrutura operacional conforme planejado.
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