Em 28 de maio, houve nova manifestação da associação de mineradoras sobre a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 1314, que está em julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF). No documento, o Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) reforça que a Vale já gastou mais de um bilhão de reais com o Auxílio até agora e que isso seria argumento suficiente para suspender temporariamente o pagamento enquanto não há decisão final da justiça.
Para o IBRAM, os valores pagos pela Vale desde dezembro de 2025 representam “prejuízo bilionário, atual e cumulativo, imposto por interpretação judicial”. A título de comparação, a mineradora registrou lucro líquido (já excluídos os gastos) de 2,3 bilhões de dólares em 2025. Em cotação atual, isso representa cerca de R$12,6 bilhões.
A ADPF foi movida pelo IBRAM para tentar acabar com o Auxílio Emergencial às pessoas atingidas pelo desastre-crime da Vale. O ministro Gilmar Mendes é o relator do caso.
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Ela deve à sociedade muito mais, e eternamente. Empresa assassina.